domingo, 23 de março de 2014

6° ANO- TEXTO A MENINA QUE FEZ A AMÉRICA

6º ANO


INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

1)      LEIA O TEXTO ABAIXO:

A MENINA QUE FEZ A AMÉRICA

         Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.
         Vou contar…
         Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?… É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.
         É lá.
         Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode se mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
         Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.

(Laurito, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD)

AGORA RESPONDA NO CADERNO AS QUESTÕES PROPOSTAS:
1)      Quando e onde a menina nasceu?
2)      Até que idade ela viveu em Saracena?
3)      Como a menina se chamava? Como a menina era chamada quando pequena?
4)      Quem era Caetano e Domenico?
5)      De que modo Fortunata conhecia seu pai?
6)      Você acha que a menina teve uma infância feliz? Por quê?
7)      Se você tivesse de dar outro título ao texto, qual seria? Por quê? 

TEXTO 2


O gato vaidoso

Moravam na mesma casa dois gatos iguaizinhos no pelo, mas desiguais na sorte. Um, mimado pela dona, dormia em almofadões.
Outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo. O outro por feliz se dava com as espinhas de peixe do lixo.
Certa vez cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo, dizendo:
___Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo...
___ Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho.
___Sou nobre! Sou mais que tu!
___Em quê? Não mias como eu?
___ Mio.
___Não tens rabo como eu?
___Tenho.
___Não caças ratos como eu?
___ Caço.
___ Não comes rato como eu?
___Como.
___Logo, não passas de um simples gato igual a mim. Abaixa, pois, a crista desse orgulho idiota e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens ___ o que tens é apenas um bocado mais de sorte ...



1) De acordo com texto assinale a alternativa correta:

a) Os gatos eram desiguais :

( ) no pelo ( ) na sorte ( ) na linhagem

b) O gato vaidoso era muito :

( ) orgulhoso ( ) humilde ( ) amigo

c) O gato orgulhoso se alimentava de:

( ) espinhas de peixe ( ) restos de lixo ( ) leite


2)Destaque do texto o trecho em o gato vaidoso desdenha do outro gato.

_________________________________________________

_________________________________________________


3)Escreva (V) para verdadeiro e (F) para falso :

( ) Os gatos têm o mesmo pelo, são iguaizinhos, porque são irmãos.

( ) apesar de viverem em condições diferentes, os gatos tinham as mesmas atitudes, como por
exemplo caças ratos.

( ) Os gatos se encontraram no telhado da casa.

( ) Um gato tinha mais nobreza do que o outro apesar de serem iguais.


4)Na sua opinião, a atitude do gato vaidoso está correta? Justifique.

______________________________________________________

______________________________________________________

5)"Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho."

As palavras acima destacada, de acordo com a classificação quanto ao número de sílabas, são todas:

( )monossílabas ( ) dissílabas ( ) trissílabas


6)"___Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo..."

Quanto a posição da sílaba tonica, as palavras destacada são:

( ) oxítonas ( ) proparoxítonas ( ) paroxítona


7)Retire do texto uma frase:

exclamativa ________________________________

interrogativa _______________________________



8)"O gato Chamego vivia confortavelmente, enquanto o gato Chimango, vivia solitário pelos telhados da vida."

Retire da frase dois substantivos próprios e dois substantivos comuns.

Substantivos próprios
Substantivos comuns


9)Complete as frases com o feminino das palavras entre parênteses.

a) A ___________________mordeu o carteiro. ( cão)

b) Aquela ________________ estava na festa. (homem)

c) A _________________ está no zoológico. (leão)



10)Complete com x ou ch

capa.........o ...............icote

abaca......i pei.............e

en......uto ..............apéu

en...........ada ...............erife


11)Complete com u ou l :

ane............. ca..........le

azu........... o...........vido

a..........mento aço........gue



12)Complete com h onde for necessário

............orrível
............ambúrguer
...........orário
...........abilidade
..........umilhado
.........olhar


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CONTOS POPULARES

ANOTE -OS CONTOS POPULARES SÃO NARRATIVAS DE TRADIÇÃO ORAL QUE EXPRESSAM COSTUMES, IDEIAS E JULGAMENTOS DE UM POVO E DE DETERMINADA CULTURA.UMA CARACTERÍSTICA FREQUENTE NOS CONTOS POPULARES É A PRESENÇA DE SERES COM PODERES SOBRENATURAIS, PALAVRAS MÁGICAS, FEITIÇOS, ENCANTOS E CRENDICES.


AGORA FAÇA A LEITURA DO CONTO POPULAR DO ESCRITOR LUÍS DA CÂMARA CASCUDO :


O marido da mãe-d'água



      Era uma vez um moço pescador muito destemido e bom que lutava com as maiores dificuldades para viver. Ultimamente o vento mudara e quase não havia peixe. Passava horas e horas na praia, com a pindaíba na mão e os peixes fugiam dele como o Diabo da cruz. O rapaz estava mesmo desanimado e dormia com fome mais das vezes.
            Numa noite de luar estava ele querendo pescar e o peixe escapulindo depois de comer a isca. A noite foi avançando, avançando, o luar ficando alvo como prata e caindo mesmo a friagem. O rapaz não queria voltar para sua casinha sem levar nem que fosse um peixinho para matar a fome.
            Já ia ficando desanimado quando começou a ouvir uma voz cantando tão bonito que era de encantar. A voz foi chegando mais perto, mais perto, e o rapaz principiou a olhar em redor para ver quem estava cantando daquele jeito. Numa ponta de pedra apareceu uma moça bonita como um anjo caído do céu, cabelo louro, olhos azuis e pele branca como uma estrangeira. Ficou com o corpo meio fora d’água cantando, cantando, os cabelos espalhados, brilhando como ouro.
            O pescador ficou todo arrepiado, mas criou coragem e disse:
            - Que desejais de um cristão, alma penada?
            A moça respondeu:
            - Não sou alma penada! Sou a Mãe-d’água! Sempre que uma pessoa me pediu alguma coisa, eu dei, mas jamais me ofereceram auxílio. Tens coragem?
            - Tenho - declarou o rapaz.
            - Queres pegar peixe?
            - Quero!
           - Pois sacode o anzol onde eu estou. Deves vir todas as noites até o quarto minguante e só pescar de meia-noite até o quebrar da barra.
            Abanou a mão e mergulhou, sumindo-se.
            O rapaz fez o que ela tinha aconselhado e pegou tanto peixe que amanheceu o dia e não pôde carregar tudo para casa.
            Nunca mais viu a Mãe-d’água, mas no tempo da lua, vinha pescar e foi ficando mais aliviado da pobreza. Os meses iam passando e ele ficando com saudade daquela formosura.
            Uma noite de luar, estando na pesca, ouviu o canto da Mãe-d’água e largando tudo correu na confrontação da cantiga. Quando a Mãe-d’água botou as mãos em cima da pedra o rapaz chegou para junto e, assim que ela se calou, o pescador agradeceu o benefício recebido e perguntou como pagaria tanta bondade.
            - Quer casar comigo? --- disse a Mãe-d’água.
            O rapaz nem titubeou:
            - Quero muito!
            - A Mãe-d’água deu uma risada e continuou:
           - Então vamos casar. Na noite da quinta para a sexta-feira, na outra lua, venha me buscar. Traga roupa para mim. Só traga roupa de cor branca, azul ou verde. Veja que não tenha alfinete, agulha ou coisa alguma que seja de ferro. Só tenho uma condição. Nunca arrenegue de mim nem dos meus parentes que vivem no mar. Promete?
            O rapaz, que estava enamorado por demais, prometeu tudo e deixou a Mãe-d’água, que desapareceu nas ondas e cantou até sumir.
         Na noite citada o pescador compareceu ao lugar, trazendo roupa branca, sem alfinete, agulha ou coisa que fosse de ferro. Antes de o galo cantar, a Mãe-d’água saiu do mar. O rapaz estava com um lençol bem grande, todo aberto. A Mãe-d’água era uma moça tão bonita que os olhos do rapaz ficaram encandeados. Enrolou-a no lençol e foi para casa com ela.
            Viveram com Deus e com os Santos. A casa ficou uma beleza de arrumada, com um tudo, roupa, mobília, dinheiro. Comida, água, nada faltava. O rapaz ficou rico da noite para o dia. O povo vivia assombrado com aquela felicidade que parecia milagre.
            Passou um ano, dois anos, três anos. O rapaz gostava muito da Mãe-d’água, mas de umas coisas ia se aborrecendo. A moça não tinha falta, mas na noite de quinta para a sexta-feira, sendo luar, ficava até o quebrar da barra na janela, olhando o mar. Às vezes cantava baixinho, que fazia saudade até às pedras e aos bichos do mato. Às vezes chorava devagarzinho. O rapaz tratava de consolar a mulher, mas com o correr dos tempos, acabou ficando enjoado daquela penitência e principiou a discutir com ela.
            - Deixe essa janela, mulher! Venha dormir! Deixe de fazer assombração!
       A Mãe-d’água nem respondia, chorando, cantando ou suspirando, na sina que Deus lhe dera.
           Todo mês sucedia o mesmo. O rapaz ia ficando de mal a pior.
            - Venha logo dormir, mulher presepeira! Que quizila idiota é essa? Larga essa mania de cantiga e choro virada para o mar! Você é gente ou é peixe?
        E como o melhor já possuía em casa, deu para procurar vadiação do lado de fora, chegando tarde. A Mãe-d’água recebia-o bem, não se queixando de nada e tudo ia correndo com satisfação e agrado da parte dela.
       Numa noite o rapaz foi a um baile e ficou a noite inteira dançando, animado como se fosse solteiro. Nem se lembrava da beleza que esperava por ele em casa.
            Só voltou de manhã e foi logo gritando pelo café, leite, bolos e mais coisas para comer. A Mãe-d’água fazia mais que depressa o que ele pedia, mas não vinha na rapidez do corisco.
         O mal-agradecido, sentando-se numa cadeira, de cara franzida, não tendo o que dizer, começou a resmungar:
            - Bem feito! Quem mandou casar com mulher do mar em vez de gente da terra? Bem feito! É tudo misterioso, cheio de histórias. Coisas do mar... hi... arrenego!
            Logo que disse essas palavras, a Mãe-d’água deu um gemido comprido e ficou da cor da cal da parede. Levantou as duas mãos e as águas do mar avançaram como um castigo, numa onda grande, coberta de espuma, roncando como um bicho feroz. O rapaz, morrendo de medo, deu uma carreira de veado, subindo um monte perto da casa. Lá em cima se virou para ver. Casa, varanda, cercado, animais, tudo desaparecera. No lugar estava uma lagoa muito calma, pegada a um braço de mar. Ao longe ouviu uma cantiga triste. Triste como quem está se despedindo do mundo.
            Nunca mais viu a Mãe-d’água.

1- Tente descobrir um pouco da biografia do escritor do texto:



2- Após a leitura ache o significado que as seguintes das palavras apresentam no texto:
a)alvo
b) arrenegar-
c)  corisco-
d) enamorado-
e)  pindaíba-
f)  presepeira-
g) quebrar da barra-
h) quizila-
i)  titubear-

3- Em que lugar ocorre a história que você leu?Copie trechos que justifiquem sua resposta.

4- O conto fala de um pescador que estava pobre e triste e ficou rico e feliz pela interferência da Mãe d'água.
a) Copie o trecho que descreve as características da moça.
b) O conto diz que a moça era "branca como uma estrangeira".O que isso faz supor sobres as moças que habitavam o lugar?
c) Quais exigências Mãe d'água faz para casar-se com o pescador?

5- Depois de algum tempo de casados, o comportamento da Mãe d'água e do pescador mudou.
a) que mudanças o texto aponta em cada um?
b) Por que essas mudanças ocorreram?

6- Como você classificaria os acontecimentos e personagens da história?Elas poderiam fazer parte do "mundo real"?

7- O que você supõe ter acontecido com a Mãe d'água após abandonar o pescador?


8-Agora tente achar na internet a lenda chamada "A perigosa Yara"de Clarice Lispector e após a leitura descreva a personagem feminina do texto e diga o porquê ela encanta os pescadores e onde ela vive.

9- ATIVIDADE DE PESQUISA

  Agora  vocês farão uma pesquisa sobre as festas populares no Brasil.Abaixo temos algumas sugestões de festas populares que podem ser pesquisadas.





Folia de Reis
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/spacer.gifhttp://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/spacer.gifhttp://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/folia_reis.jpg
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/spacer.gif
Festas Juninas
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/festa_junina.jpg
Cavalhada
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/fl30_cavalhada_go%5B1%5D.jpg

Festa do Boi Bumbá
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1652/imagens/bumba_boi.jpg
Na aula seguinte faremos as apresentações da pesquisa.
*A atividade pode ser feita em grupo de no máximo 4 componentes.Não esqueçam de trazer material para a turma e se possível elaborar cartazes

BOM TRABALHO!!!!!!!!

domingo, 3 de novembro de 2013

Trabalho do livro "Acor das coisas findas"

"Acredito que cada vez que saímos de um livro, saímos diferentes, mesmo que não o notemos."


                            Trabalho do livro "A cor das coisas findas"
                                           de Caio Riter

Caio Riter nasceu em 24 de dezembro, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. É Bacharel em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, e licenciado em Letras - Língua Portuguesa e Literaturas, pela Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras - FAPA/RS; é Mestre e Doutor em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É professor de Língua Portuguesa. Ministra oficinas literárias de narrativa no SINTRAJUFE-RS, desde 1999.


Querido aluno, responda em uma folha de caderno as seguintes questões:

1- Onde se passa a história?Cite dois lugares e exemplifique com passagens do livro.

2-Explique com suas palavras o título do livro.Tente descobrir de qual poeta é o poema que Caio Riter extraiu o título da sua obra.

3- Podemos dizer que o livro apresenta um cenário mítico?Por quê?

4- Como chamava-se a professora?Com o que em especial ela entrava na sala de aula?

5- Descreva a biblioteca da cidade.

6- Quem são os personagens principais da história?

7- O que a turma começou a perceber nas visitas à biblioteca?

8-  Qual era a verdadeira identidade e intenções do prefeito da cidade?

9- Você se identifica com algum personagem ou com alguma passagem da narrativa?Qual?Por quê?

10- Cite pelo menos três personagens secundários:

11- Qual o gênero do livro?(   ) comédia  (   ) terror (   ) novela de aventura e suspense  (   ) drama

12- Quais outros livros escreveu Caio Riter?Cite pelo menos dois:

13- Faça um breve resumo do livro.

14- Escreva outro final para a história.

15- Você gostou do livro?Por quê?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

AULA - DIA 05/07/2013

VERBOS


Como já sabemos, VERBO é toda palavra que indica ação, estado ou fenômeno da natureza.

Construa três frases para exemplificar o conceito acima:
 

E não podemos esquecer que o VERBO é a classe de palavra que possui a maior quantidade de flexões: tempo, modo, pessoa e número. 

Agora vamos assistir ao vídeo do músico "Gabriel - o Pensador e logo depois identificar 10 verbos.




1- Qual o tema da música?

2- Você sabe o motivo pelo qual Gabriel criou esta música?Tente descobrir.


3-  Qual a sua opinião sobre a polêmica envolvendo o escritor?


4- Em grupos escolham uma outra música do escritor e programem uma aula para apresentação e debate.




ATIVIDADE NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

Julia e Gabriele


Jaisson e André

Gabriel

Bruno e Douglas

Anderson e Leonardo

Leonardo e Daniele

Josiane

Jaqueline, Verônica, Marco Antonio e Péterson

Eu c meus queridos!!

Cintia e Victória

Samuel e Andriele

Leonardo
Wellison e Verônica


APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS!!!